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DSG1141 1AD - Reposição de aula - ATENÇÃO: SAIU A SALA

November 26th, 2007 por Cantini

Alunos de Fundamentos da Midia Digital, turma 1AD, atenção. Saiu a confirmação da sala onde ocorrerão as reposições de aula nesta terça-feira, 27 de novembro, e quarta-feira, 28 de novembro.

As aulas acontecerão das 11h às 13h, no mini-auditório do RDC, que fica no subsolo do prédio.

Mengo

November 26th, 2007 por Cantini

Mengo

Nos vemos na Libertadores, ano que vem.

44 plugins especiais para o GIMP 2.4

November 21st, 2007 por Cantini

Com o nome de GIMP FX Foundry, foi colocado à disposição no SourceForge, neste link, um pacote de scripts para o GIMP 2.4 contendo 44 efeitos/scrpts/plugins, disponibilizado gratuitamente sob a licença GPL. Para instalá-los, basta descompactar o pacote baixado para a pasta de scripts do programa, e um novo item será adicionado ao menu.
A pasta de scripts do GIMP pode ser achada no seguinte endereço, em seu computador:

/home/<seu_nome>/.gimp-2.4/scripts

No pacote estão incluídos efeitos artíticos, algoritmos profissionais para blur e detecção de bordas, brilhos, filtros para aprimoramento de imagens fotográficas, como controle sobre grão de película, e um simulador de filtros de efeitos de layers do Photoshop, como Inner Glow, Outer Glow, Pattern Overlay, Bevel e Emboss, entre outros.
Vale lembrar que o GIMP aceita a maior parte dos plugins escritos exclusivamente para Photoshop.

fonte: http://www.gimpusers.com/news/2007-11-19/gimpfx-foundry-scriptpack.html

Fundamentos da Midia Digital - G2

November 19th, 2007 por Cantini

Já estão disponíveis para download os questionários da G2 de Fundamentos da Midia Digital para o período 2007.2. Siga para a seção “Arquivos” do Guicolândia e faça o download clicando no link correspondente ao questionário destinado à sua turma, salvo no formato de seu editor de texto (DOC, para Microsoft Office e ODT, para OpenOffice e BrOffice).

MacDicas: GIMP e Inkscape no Leopard

November 18th, 2007 por marcelo pereira

Os usuários de Mac que resolveram sair na frente instalando a versão 10.5 do Mac OS logo após o seu lançamento podem ter se deparado com uma ingrata surpresa: alguns programas livres simplesmente não funcionam. Dois desses programas mais conhecidos podem fazer muita falta a alguns usuários: o GIMP e o Inkscape.

A culpa, na verdade, não é do Leopard, mas do gerenciador de janelas X11, usado pelo Mac OS para rodar alguns programas que não possuem interfaces nativas para o Mac, o que é o caso desse dois programas gráficos. Com a nova versão do Mac OS X, a Apple parou de usar o X11 desenvolvido pelo projeto XFree86 e passou a utilizar uma versão mais moderna, desenvolvida pelo grupo x.org. Essa nova versão, apesar de mais poderosa e vantajosa a longo prazo, ainda apresenta algumas incompatibilidades.

A solução para esse problema está nas mãos dos desenvolvedores de software, que possuem duas opções. A primeira, a mais elegante e eficiente, seria lançar as versões Mac dos aplicativos open source baseados na interface Aqua, o que dispensaria o uso do X11 e faria com que os aplicativos ficassem melhor integrados ao sistema operacional. É isso que o pessoal do OpenOffice, por exemplo, está fazendo, mas o problema é que isso requer um esforço de programação tão grande que são poucos os desenvolvedores que se aventuram a fazer isso. Só para termos uma idéia, a versão Aqua do OpenOffice está em desenvolvimento há alguns anos e ainda não foi lançada. A segunda opção, mais simples, é simplesmente atualizar os programas para compatibilizá-los com a nova versão do X11, o que a maioria dos desenvolvedores já estão fazendo.

Com isso, em que pé ficamos em relação ao GIMP e ao Inkscape? Ambos os programas logo estarão rodando no novo X11, mas, por enquanto, isso ainda não ocorre.

Para quem depende do Inkscape para trabalhar, a solução é simples, basta fazer o download da mais nova versão de desenvolvimento do programa. As versões lançadas a partir do dia 11 de novembro rodam sem problemas no Leopard.

Já o GIMP ainda não possui uma versão oficial para o Leopard. A versão 2.4 ainda não foi lançada para Mac e a versão 2.4 RC3 (a última versão de testes antes do lançamento da versão final) não funciona no novo sistema. Se você depende do Gimp, a melhor opção é aguardar mais alguns dias, logo a versão 2.4 para Mac será lançada e ela funcionará no Leopard. Entretanto, se você não pode esperar, há uma solução intermediária: o AquaGIMP.

O AquaGIMP não é uma versão oficial, mas é baseado na versão mais recente para Mac, a 2.4 RC3, e foi desenvolvida justamente para rodar com uma interface Aqua nativa, ou seja, ele não precisa do X11 para funcionar. O problema é que ele apresenta alguns bugs incômodos, mas pelo menos funciona bem o bastante enquanto aguardamos a versão 2.4 final.

O X11 é uma excelente solução que torna o Mac compatível com centenas de programas criados originalmente para UNIX, mas, nesta fase de transição para a nova versão, essa compatibilidade ficou temporariamente abalada. O jeito é ter um pouco de paciência e aguardar as atualizações que já estão a caminho.

Flock: Será que há espaço para um novo navegador?

November 17th, 2007 por marcelo pereira

Flock

Todos conhecemos os quatro maiores jogadores no campo dos navegadores: Microsoft Internet Explorer, Mozilla Firefox, Apple Safari e Opera. Segundo o site TheCounter.com, em novembro de 2007 a participação de cada um desses navegadores era a seguinte:

- Internet Explorer: 81% (versão 6 com 49% e versão 7 com 32%)
- Firefox: 13%
- Safari: 3%
- Opera: 1%

Somando todas essas porcentagens, o total fica em 96%, o que nos leva a perguntar, quem são os navegadores que dividem os 4% restantes?

Existem vários outros navegadores considerados alternativos, muitos deles baseados no Gecko (motor por trás do Firefox) e no Webkit (motor por trás do Safari). Como exemplos, podemos citar o SeaMonkey (Gecko), Netscape (Gecko) Camino (Gecko), OmniWeb (Webkit) e Shiira (Webkit). E a cada dia, novos navegadores são lançados.

Considerando que a maior parte dos navegadores alternativos são baseados nas tecnologias do Firefox e do Safari, há alguma vantagem em usá-los no lugar dos originais? Se depender do esforço do pessoal por trás do Flock, há sim…

O Flock é um navegador baseado no Gecko que já está em desenvolvimento há algum tempo, mas apenas agora saiu do estado de beta, com o lançamento da versão 1.0. Bastante atual, o Flock possui praticamente todos os recursos do Firefox, incluindo o suporte às mesmas extensões (que inclusive podem ser instaladas normalmente a partir do site da Mozilla). Além disso, seu desenvolvimento continua a todo vapor e, poucas semanas depois de seu lançamento, ele já sofreu uma primeira atualização oficial para a versão 1.0.1, deixando-o comparável ao Firefox 2.0.0.9.

Ser um navegador totalmente compatível com o Firefox é algo exelente, mas não o bastante para torná-lo competitivo, afinal, para que usar um navegador igual ao Firefox quando podemos usar o original?

O que torna o Flock especial é seu foco primário: tornar-se o melhor navegador social (e, por enquanto, o único). Na prática, isso significa que toda a sua interface está voltada para o acesso rápido e eficiente aos serviços de colaboração e compartilhamento típicos da Web 2.0.

Ao iniciar o navegador, a página inicial, chamada de “My World”, exibe uma seleção de links para sites sociais, feeds de RSS, blogs, fotologs e videologs, além de uma listagem com os sites favoritos do usuário, listados em ordem de preferência (quanto maior o número de vezes que você visita um site, mais no topo da lista ele aparece). Ainda nesta página inicial, existem opções de compartilhamento, como “post to my blog” e “upload photo”, o que permite que o usuário possa escrever artigos em seu blog ou postar fotos em seu fotolog de uma forma prática e automatizada.

My World

Através das barras de ferramentas laterais, o usuário pode se manter conectado a todas as suas redes sociais, acompanhando as novidades em tempo real através de avisos sempre que o conteúdo de um blog ou fotolog da sua lista de favoritos for atualizado. Através de ações simples, como “clicar e arrastar”, o usuário pode mover uma foto interessante de qualquer site para a seção de upload de fotos do navegador e esta será automaticamente enviada para seu fotolog.

Outro recurso muito interessante é a barra de mídia (”media bar”), uma barra localizada no topo da janela que permite uma busca rápida por conteúdo em sites como YouTube, Flickr, FaceBook e muitos outros.

Se você é o tipo de pessoa que adora navegar por sites sociais, fotologs e sites de vídeos, gosta de postar em blogs e costuma enviar fotos e vídeos para comunidades online, o Flock pode ser uma ferramenta muito poderosa. Se você não se liga nessas coisas, ainda assim vale dar uma olhada nele, afinal, é de graça… :)

O Flock está disponível em versões para Linux, Mac e Windows. A versão 1.0.1 por enquanto só está disponível em inglês, mas logo isso deve ser resolvido (é possível baixar versões beta para vários idiomas).

The light side

November 16th, 2007 por Cantini

May the Force be with you

Não resisti. Essa imagem tá rolando há já algum tempo na Net.

O andróide chegou…

November 13th, 2007 por marcelo pereira

Hoje, dia 12 de novembro, a Open Handset Alliance liberou o SDK (kit de desenvolvimento de software) do Android para download e, com ele, uma série de novas informações para a imprensa, incluindo fotos e alguns vídeos explicativos sobre a plataforma, incluindo um interessante demo já disponível no YouTube.

Este demo mostra não só o potencial da nova plataforma, mas também algumas possibilidade em termos de hardware. São mostrados dois protótipos, um com o formfactor muito similar ao novo Palm Centro, mas sem a tela sensível ao toque, e o segundo com um estilo iPhone de ser.

Com a liberação do SDK, muitos dos recursos do Android ficaram mais claros, incluindo:

- Navegador baseado no Webkit, tecnologia aberta usada hoje pela Apple no Safari (tanto na versão desktop quanto na versão para iPhone/iPod Touch) e pela Nokia no seu Nokia Browser.

- Gráficos otimizados com aceleração 2D e 3D (Open GL).

- Suporte aos seguintes padrões de arquivos multimídia: MPEG4, H.264, MP3, AAC, AMR, JPG, PNG e GIF.

- Compatibilidade com diversos padrões de comunicação wireless: GSM, EDGE, 3G, Bluetooth e Wi-Fi.

- Suporte a câmera, GPS, compasso e acelerômetro.

Com esses recursos, o Android já começa a se mostrar um concorrente de peso para todos os smartphones atuais, incluindo o iPhone, os smartphones rodando Windows Mobile e os que rodam o Symbian.

Aproveitando o lançamento do SDK, a Open Handset Alliance também anunciou a oferta de 10 milhões de dólares para os desenvolvedores que criarem os softwares mais interessantes. O prêmio será dividido da seguinte forma:

Desafio I: Inscrições de 2 de janeiro a 3 de março de 2008. Serão premiados os 50 melhores desenvolvedores, com um prêmio de 25 mil dólares para cada. Os vencedores serão automaticamente selecionados para a segunda fase do concurso.

Desafio II: Será lançado quando os primeiros aparelhos rodando o Android chegarem no mercado (no segundo semestre de 2008). Os 20 melhores desenvolvedores serão premiados, sendo que 10 receberão um prêmio de 275 mil dólares cada e 10 receberão 100 mil cada.

Essa é uma iniciativa interessante pois irá garantir a disponibilidade de uma grande variedade de aplicativos para os telefones na época do lançamento.

O jogo é sério e as perspectivas são positivas. Vamos ver o que vem por aí…

Blogged with Flock

gOS quer dizer Green OS? Sério?

November 11th, 2007 por Cantini

Foto da interface do gOS - green OSO gOS, ou Green OS, é um sistema operacional desenvolvido por fãs do Ubuntu e dos serviços Google. O que eles fizeram foi pegar o Ubuntu, despí-lo do sistema de interface Gnome, substituindo-o pelo Enlightment, configurado para ficar com cara de Mac OS, já com os serviços Google incorporados por meio de links, sem, no entanto, qualquer participação do pessoal da Canonical ou da Google. Talvez por isso eles tentem nos convencer, inclusive com seu tema padrão verde, que o “g” de gOS quer dizer “green”, e não; “Google”.

Para quem usa os serviços Google, como Gmail, Google Docs, Gtalk, calendário, mapas etc, talvez seja uma opção interessante de sistema operacional, pela facilidade proporcionada, particularmente se utilizado como LiveCD num pendrive, já que, com isso, o usuário terá um sistema desenvolvido “para web” sempre consigo em suas andanças, quando precisar recorrer a lanhouses e computadores de amigos.

Por ora, segue um resumo da resenha publicada no tradutorium.wordpress.com, originalmente redigida por um usuário de Kurumin, o que não é um bom currículo…

O gOS é um liveCD, como não poderia deixar de ser, já que é uma variante do Ubuntu. Ou melhor, é um liveDVD, pois seu ISO mede 800 Mbytes. Segundo o crítico do Tradutorium, no entanto, isso não é vantagem alguma, pois a distribuição não traz nenhuma novidade que justifique o tamanho do arquivo, até porque os aplicativos Google são todos baseados na Web. O sistema apenas introduz links pré-configurados.

Segundo o articulista, o liveCD do gOS não identifica corretamente as resoluções de tela das máquinas, algo a ser confirmado. Mas isso é o de menos, não só porque pode ser modificado pelo usuário acessando-se as configurações de vídeo do sistema, como uma vez instalado na máquina, a coisa funciona bem.

Segundo ele, a interface minimalista é bonita e eficiente como a do Fluxbuntu, embora recheada de ícones e widgets “inúteis, inúteis mesmo”.

Ele é bem suspeito pra falar. Como fã do KDE, usar uma interface minimalista como a do gOS deve ser a coisa mais difícil do mundo. Tirando isso - que pode, ou não, ser frescura - há indícios de que o gOS foi, de fato, meio mal feito, apresentando alguns bugs sérios e até meio ridículos: parece que o sistema é ineficiente em detectar as configurações de rede, e que ao se tentar acionar o Network Manager, ele trava, ou algo do gênero. Se a proposta é fazer um sistema integrado aos serviços-web da Google, a primeira e maior atenção dos desenvolvedores deveria ser a conectividade, certo?

Quando conseguir testá-lo, escrevo a minha própria resenha.

fonte: http://tradutorium.wordpress.com/2007/11/05/gos-review-primeiras-impressoes/

Skype com suporte a vídeo no Linux

November 8th, 2007 por Cantini

Está disponível para download aqui a versão 2.0 beta do Skype para Linux, finalmente introduzindo suporte a video, presente na versão para Windows desde 2005.

Reparem que há versões específicas para Ubuntu, Debian, Xandros, Fedora, Open Suse e Mandriva, entre outros.