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Vamos sonhar?

September 24th, 2008 por Marcelo Pereira

HTC Dream

HTC G1 "Dream"

O dia 23 de setembro de 2008 marca a chegada de um novo jogador no campo dos celulares inteligentes. Depois de uma longa espera, finalmente a operadora americana T-Mobile apresentou o primeiro smartphone baseado no Android, o sistema operacional do Google para celulares.

Fabricado pela HTC, responsável por uma gama variada de smartphones baseados em Windows Mobile, o G1 (conhecido até agora como Dream) começará a ser vendido em outubro, dando início a uma nova etapa na era da ubiqüidade computacional. Ou será que não?

Atualmente, encontramos uma quantidade razoável de plataformas móveis: Symbian, Palm OS, Windows Mobile, Linux e, mais recentemente, o iPhone OS. Com tantas opções, muitos questionam se o Android será capaz de se sobressair e conquistar uma fatia do mercado. A tarefa não é fácil, principalmente se considerarmos que muitas das plataformas concorrentes já estão no mercado há décadas e cativaram uma base considerável de usuários.

Acredito que o G1 acabará funcionando como um teste de aceitação. Vendido exclusivamente por uma única operadora, seu eventual sucesso ou fracasso mostrará o quanto o público é capaz de aceitar uma nova plataforma. Aparentemente, a idéia é repetir o que a Apple fez em 2007, com o iPhone. Lançado em condições semelhantes (vendido apenas no mercado norte-americano por uma única operadora), o celular da Apple tornou-se um objeto de desejo que será comercializado em cerca de 70 países até o final deste ano.

Repetir esse sucesso não é fácil mas os criadores do Android fizeram seu dever de casa, pelo menos em parte. Graças a uma competição realizada no início deste ano, oferecendo até 250 mil dólares para os melhores desenvolvedores, o G1 chegará às lojas amparado por uma boa quantidade de aplicativos, muitos dos quais inovadores. Assim como ocorre com o iPhone, o G1 (e todos os celulares baseados no Android que forem lançados a seguir) permitirá o acesso a uma loja virtual de aplicativos que poderão ser comercializados ou distribuídos gratuitamente, o Android Market.

Mas nem tudo são flores para a nova plataforma. O Android foi criado para ser um sistema livre, disponível para qualquer fabricante interessado em lançar um dispositivo compatível. Cada fabricante tem a liberdade de projetar o hardware da forma que achar mais interessante e, com isso, veremos aparelhos tanto com telas sensíveis ao toque quanto com telas convencionais, aparelhos com ou sem teclado e aparelhos com formatos variados. Do ponto de vista do desenvolvedor, o sonho torna-se um pesadelo, pois todo aplicativo deve ser pensado para funcionar em qualquer celular rodando o Android, independente da sua forma e da sua interface física. As chances da coisa toda não funcionar bem são consideráveis.

Mas, apesar dos problemas, é sempre bom contar com mais um jogador em um mercado já competitivo. Quem sai ganhando com mais opções é o usuário, que terá acesso a cada vez mais aparelhos a custos cada vez mais baixos. O único risco, nesse caso, é o Google conseguir chegar ainda mais perto de seu maior objetivo: a dominação do mundo… :)

Aula de Quinta

September 16th, 2008 por lcleite

Aos alunos de Fundamentos das Quintas,

No dia 18, nossa aula será novamente na sala F400, às 17h (4º andar do Frings). Esperamos vocês lá.

Instalando o Chrome no Ubuntu

September 9th, 2008 por Cantini

Semana passada a Google lançou o beta de seu navegador Chrome, infelizmente, apenas para o Windows.

É claro que os usuários de Linux podem utilizá-lo emulado no Wine. Portanto, vamos a sua instalação.

Preparando o Wine

Se você ainda não tem o Wine instalado em seu computador, hora de fazê-lo. Se o instalou via Aplicações>Adicionar/Remover…, siga o passo a passo abaixo. Acontece que, ao utilizar o Adicionar/Remover… você instalou a versão dos repositórios do Ubuntu. Logicamente, esta versão será mais estável, pois é manipulada pelos programadores da Canonical para tal fim. O lado negativo é que as atualizações implementadas pelos desenvolvedores do Wine demoram mais para chegar. No final das contas, vale mais ter acesso direto aos repositórios do Wine e ter sempre a versão mais nova na máquina.

Primeiro, vamos adicionar o repositório com a última versão do wine, para isso, basta digitar os comandos abaixo:

sudo wget http://wine.budgetdedicated.com/apt/sources.list.d/hardy.list -O /etc/apt/sources.list.d/winehq.list

Agora, peguemos a chave de segurança, para que possamos acessar o repositório do wine:

wget -q http://wine.budgetdedicated.com/apt/387EE263.gpg -O- | sudo apt-key add -

Hora de instalar a última versão do programa:

sudo apt-get update
sudo apt-get install wine

Vamos precisar de algumas bibliotecas que são necessárias para o Chrome rodar, para isso, vamos usar o Winetricks. Cada linha abaixo corresponde a um comando independente:

wget http://www.kegel.com/wine/winetricks
cp winetricks /usr/sbin
sudo chmod a+x /usr/sbin/winetricks
winetricks riched20 riched30 flash
winetricks corefonts tahoma

Esses comandos vão instalar o próprio Winetricks, as bibliotecas riched20, riched32 e o plugin flash. Adicionalmente, instala a fonte Tahoma, que vai deixar a interface do Chrome mais legível.

Instalando e preparando o Chrome

Baixe o instalador offline do Chrome:

wget http://gpdl.google.com/chrome/install/149.27/chrome_installer.exe

Para instalá-lo, basta digitar, no Terminal:

wine chrome_installer.exe

Vai surgir uma janela informando que, por mais tentador que seja, ainda não é hora de usar o Chrome. É necessário passar alguns parâmetros para o Wine para que o Chrome funcione direito.

Clique com o botão direito no ícone criado no desktop* e selecione propriedades, na janela que abre, vá para a aba “Lançador” e adicione, ao final  da caixa “Comando”, os seguintes parâmetros, após um espaço fora das aspas:

--new-http --in-process-plugins

E é isso!

*Desktop: Usuários do Ubuntu em português: há uma diferença entre a Área de Trabalho e o Desktop, única área reconhecida pelos instaladores de programas em inglês. O ícone do Chrome estará no Desktop, não na Área de trabalho.
O Desktop fica em /home/<seu_nome>/Desktop. Para acessá-lo, abra o Nautilus em sua pasta pessoal. Lá você encontrará a pasta Desktop.
Arraste o ícone do Chrome para a barra de inicialização rápida, no alto da janela ou, se preferir, arraste-o para sua Área de trabalho.

Instalando o Ubiquity no Firefox

September 9th, 2008 por Cantini

Para instalar a extensão Ubiquity, no Firefox,  siga o link abaixo.

https://people.mozilla.com/~avarma/ubiquity-0.1.xpi

Uma vez instalada, digite Ctrl+(barra de espaço) para acioná-la, e divirta-se experimentando.

Os pássaros migram, os artigos não…

September 4th, 2008 por Marcelo Pereira

Este não é exatamente meu primeiro blog, ele está mais para “a primeira tentativa séria de manter um blog”, o que, na prática, significa que andei escrevendo pequenos artigos em outros lugares.

Antes de optar pelo WordPress, fiz uma breve experiência com o Vox quando precisei avaliar a integração de alguns smartphones com os sistemas de blogs. O Vox se mostrou uma boa opção naquela época pois era muito bem suportado pela série S60 da Nokia, que usei como plataforma para minha “experiência”.

Entretanto, cheguei a pensar que poderia migrar meus artigos antigos para este blog, mas não consegui descobrir uma forma. Admito que não pesquisei muito, até porque os assuntos lá discutidos estão ficando antigos, e, assim, acho que o mais prático a fazer é simplesmente deixar aqui o link para o que hoje chamo de meu “pré-blog”: http://indistinguivel.vox.com.

Todos estão convidados a dar uma passadinha por lá…

Aula conjunta MAC OS

September 3rd, 2008 por lcleite

Aos alunos das turmas de Quinta (DSG1141),

A nossa aula será na sala F400, no prédio Frings (elevadores ao lado do banco Itaú), às 17h. Teremos a presença do prof. Marcelo Pereira.

Esperamos vocês lá.